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08SET2010 | 05:06
Julio Lopes inaugura novo trem para ramal Guapimirim-Saracuruna
Geral
Depois de 20 anos de abandono, o novo ramal ferroviário de Guapimirim/Saracuruna, foi entregue no dia 26 de fevereiro pelo Secretário de Transportes, Julio Lopes, ao lado dos passageiros. Após passar por diversas intervenções realizadas pela Secretaria, o novo trem, recém saído da fábrica, em Minas Gerais, vai substituir o que opera na linha e é da década de 1970. O novo carro é composto de três vagões, possui travamento automático de portas, além de avançado sistema de freios e de rodagem, tornando a viagem mais segura e confortável para os passageiros. Segundo Julio Lopes, equipes da Secretaria de Transportes já realizaram uma série de testes estáticos, de freios e dinâmicos. Para o Secretário Julio Lopes, a reforma do ramal vai melhorar a qualidade das viagens entre Guapimirim e Saracuruna. - Este sempre foi um trecho muito precário, que na época da licitação da rede ferroviária metropolitana ficou fora da concessão. Foram anos e anos sem investimentos. Ainda temos que melhorar muito a qualidade oferecida no ramal. Mas a reforma da via e o novo trem já é um passo importante nesta direção - comentou. A entrega da nova composição se soma a uma série de melhorias que, há mais de um ano, o Secretário providencia para a linha, que conta com 42 km de extensão e passa por três municípios da Baixada Fluminense - Duque de Caxias, Magé e Guapimirim. Neste momento, a obra está em processo de finalização. Os trabalhos começaram pelo trecho Magé-Guapimirim, que tem 17 km, e posteriormente foram concentrados no trecho Magé-Saracuruna. A reforma incluiu a substituição de cerca de 25 mil dormentes, a troca e a fixação de trilhos em diversos pontos, recuperação de pontes férreas, drenagem e desentupimento das canaletas laterais da via e capina do mato ao longo de diversos quilômetros de via. No trecho conhecido como Corte Magé, a obra de recuperação ganhou uma tecnologia de contenção de encostas ecologicamente correta, a Biomanta Vegetal. O sistema é 40% mais barato do que o concreto projetado, normalmente utilizado na contenção de encostas, sendo que a biomanta não prejudica a vegetação nativa. Fonte: Thais Martins e Peter Barcelos. Foto: Fabio Ferreira  
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